domingo, 8 de fevereiro de 2026

Rastro da Serpente
















Tudo começou numa troca casual de mensagens: decidimos fazer o Rastro da Serpente juntos — alguns já conheciam a rota, outros iam pela primeira vez. E que delícia foi!

Saímos de São Paulo bem cedinho na sexta-feira, antes do sol nascer, às 5h30 da manhã. Éramos 5 motos e 5 grandes amigos. Na ida, pegamos a Régis Bittencourt e, como o tempo estava perfeito, resolvemos descer a Serra da Graciosa e almoçar em Morretes — cidade turística, comemos o famoso barreado!

De lá, seguimos para Curitiba, chegando por volta das 16h. Tomamos um banho, descansamos à tarde e, à noite, fomos jantar na clássica churrascaria Velha Napolitana. Fomos super bem atendidos, as carnes estavam deliciosas e vieram em quantidade generosa. Uma noite perfeita para recarregar as energias.

Sábado acordamos às 6h30, arrumamos as malas nas motos, tomamos um café da manhã reforçado e, antes das 8h, já estávamos no posto de gasolina para começar o famoso Rastro da Serpente.

O primeiro trecho, até Apiaí, é o mais sinuoso — rende um pouco menos, mas é simplesmente uma delícia! Com tempo bom, asfalto excelente e na companhia de amigos queridos, fica ainda melhor. A rodovia é pista simples, mas estava quase vazia nos dois sentidos e com o pavimento em ótimo estado.

Mais de 95% das curvas são feitas em 3ª ou 4ª marcha. Os amigos que estavam fazendo pela primeira vez comentaram que a realidade é muito mais gostosa do que a expectativa. As mais de 1.200 curvas (sim, é isso mesmo!) são incríveis, e a beleza natural exuberante acompanha o caminho inteiro — mata atlântica, vales, tudo de tirar o fôlego.

Tiramos a foto clássica em Apiaí, lanchamos, fomos ao banheiro e partimos para o segundo trecho, até Capão Bonito. Esse pedaço é tão bom quanto o primeiro: asfalto ótimo, vazio, bem sinalizado. É só relaxar, curtir as curvas e aproveitar o visual.

Chegando em Capão Bonito, segunda parada: banheiro, hidratação, abastecimento e um descanso merecido. 

Momento de agradecer a Deus por um dia tão maravilhoso e comemorar a perfeita realização do Rastro da Serpente, em segurança!

Daí em diante, ainda rolou mais um trecho de curvas gostosas, depois pegamos a Raposo Tavares e, mais adiante, a Castelo Branco — e logo estávamos chegando em casa, com aquele sorriso de quem viveu uma experiência inesquecível.

Recomendo de coração essa viagem para todo motociclista! É uma das rotas mais especiais do Brasil.

Agradeço demais a companhia dos irmãos de estrada: André, Ernesto, Silvera e Paulo. Foi uma aventura gostosa demais ao lado de vocês!

Abraços, Giggio 

Nenhum comentário: